MAKE IT OR BREAK IT – All that Glitters (1×10)

Muito bom o episódio 10 dessa atual 1ª temporada de Make it or break it. Chegou o esperado momento das meninas darem tudo de si, e lutarem para uma das 12 vagas da seleção americana de ginástica. Foi o momento de vencer seus medos, inseguranças, deixar de lado os problemas pessoais e se focar numa única coisa, a ginástica. E parece exagero isso? Não, não é. São anos de treinamento. Provavelmente desde a infância, são inúmeros  os esforços, lesões, sacrifícios e a abdicação de uma vida digamos “normal” (embora a adolescência de hoje pareça tão espetacular, as vezes penso que um propósito deste como de atleta não seja tão mal assim) para viver seu maior momento, para ter sua grande chance. E foi isso que elas tiveram, a grande chance, e será que elas conseguiram? Descubra aqui, lendo o restante da review.

O momento era único, apenas um pensamento, ginástica. Lauren precisou vencer seus dramas pessoais, envolvendo sua mãe mas teve o apoio incondicional de Summer. Mesmo eu detestando Lauren, percebi que o maior problema dela é a sua carência, sua solidão e falta enorme que sente da figura materna. Com o apoio de Summer (que antes ela odiava), ela conseguiu se sentir mais forte, confiante e com mais graça, pegando seu lugar na seleção. Ah vale lembrar que Summer terminou com o pai de Lauren. Emily lutava contra seus próprios fantasmas e a sensação de sentir-se um patinho feio e não fazer parte daquilo. Mas quem surge para salvar o dia da menina? Sim, ele mesmo, Damon e foi fantástica a cena onde ele extrai de Emily toda a sensação única, solitária e grandiosa que apenas um ginasta sente quando está no ar. Linda cena. Com isso ela provou ser parte daquilo ocupando a 12ª e última vaga. Kaylie foi a que mais me comoveu e impressionou. Ela buscou novamente seu foco, quem ela é dando um show de graça, força e leveza, e foi mais longe, foi a campeã individual geral (e olhem que sempre a considerei a mais fraca). Kaylie se livrou do sonho idealizado romântico do namorado, assim como do domínio do pai e mostrou sua independência, o que a trouxe de volta ao mundo da ginástica. E por ultimo, Paysson, com um grave problema nas costas ela retratou bem a dor de um ginasta ao lutar tanto e ser vencido não por outros atletas, mas pelo seu próprio corpo, quando ele mostra sinais de cansaço. No principal momento, uma queda e a revelação que talvez ela não possa mais treinar, pois isso comprometerá sua habilidade motora. Triste, comovente e real, alem do mais, Paysson sempre foi a mais próxima do que uma ginasta é e deve ser.

Ótimo episódio mesmo não tendo aquela sensação de uma competição real e você esperando que os roteiristas darão finais felizes ao desempenho de cada uma delas, sendo que numa competição real tudo pode acontecer, mesmo assim, eu gostei do episódio. Se nos treinos percebi diversos erros de posturas, pernas abertas no momento errado, ou curvadas quando deveriam estar retas, nessa finale não percebi grandes falhas. Vale lembrar que elas não são ginastas de verdade, são atrizes, bailarinas e tentam se aproximar ao máximo de uma ginasta real. Mas pra terminar o texto, cito as palavras Sacha, perfeitas e reais:

“Houve um tempo em suas vidas em que vocês precisaram de inspiração. Hoje vocês inspirarão outros. Houve um momento em que vcês sonharam sonhos. Hoje vocês irão vivê-los.”

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