DROP DEAD DIVA – MAKE ME A MATCH (1X10), WHAT IF (1X11) e DEAD MODEL WALKING (1X12)

Cheguei no episódio 12, penúltimo da temporada, mas o caminho foi bom, os episódios 10 e 11 foram excelentes, o 12 valeu mais pelas histórias pessoais do que pelo caso do tribunal de Jane e agora fico na curiosidade, Grayssom descobrirá a verdade sobre Jane na season finale? No próximo post respondo a vocês.

Episódio 10 de Drop Dead Diva, Make Me a Match e por sinal mais um bom episódio que a série nos deu. Fred voltou para nossa alegria de de Jane e a ótima Rosie O´Donnell, a juíza Madeline voltou para nos fazer rir com seu mau humor e suas caras e bocas. E com relação ao caso da juíza, confesso que a principio achei ela mais “culpada” do que vítima, pois ela não dava chances a ninguém, sempre de cara amarrada e pouco simpática então como ela conseguiria um par sendo assim? Mas o episódio reverteu isso ao revelar os antecedentes de muitos homens que ela conheceu e a falta da empresa que promove esses encontros em pesquisar a fundo tais clientes. E Jane arrumou um pretendente, o simpático Tony, alias ele ficou caidinho por ela. E isso é uma nova perspectiva para Jane (Déb) despertando sentimentos em alguém. Também gostei da forma que Fred fez para conseguir seu emprego de volta e o principal, o que foi Terri dando uma dura na sala da juíza Madeline, acho que foi a melhor cena de Terri na série, defendendo Jane com unhas e dentes e sem temer uma juiza a sua frente, esperta, divertida e uma “advogada” nata, para uma simples secretária. E Grayssom resolve se declarar pra Kim e dar uma chance a relação deles. E sabe que Kim vai ganhando a minha simpatia. Voltando a Jane e a juíza é interessante como as ações de Jane no passado vivem voltando a cena colocando “Deb” em apuros, e aí que ela precisa do jeitinho de Deb e desenvoltura e sabedoria de Jane para resolver tudo. Bom episódio onde tanto Fred e Jane precisaram aprender uma difícil lição, as vezes a melhor forma de superar algo é seguir em frente, pois você não tem que viver no passado.

Episódio 11, What If, sem duvida um dos melhores e mais comoventes da série. Conhecemos a mãe de Jane e foi lindo mesmo a forma como a nova Jane (Deb) ajudou a reconstruir a relação com a mãe. Déb descobre a forma que Jane tratava sua mãe mas agora tem uma nova chance de concertar isso. E linda cena, simples mas real e verdadeira quando Fred diz a Jane que ela não pode ter a mãe de Deb de volta e tudo o que ela tem agora é a mãe de Jane, que a ama muito. Para tornar isso mais forte, o caso de Jane envolvia uma troca de bebês no hospital, e a difícil resolução da situação, onde uma mãe já sabia disso e não queria abrir mão da filha que criou. E foi comovente mesmo quando eles conseguem recomeçar a vida todos juntos. Elaine, a mãe de Jane foi divertida, conquistou mesmo quem a via em cena, os conselhos que deu a Fred aplicaram-se a todos, sobre conhecer o mundo, viver o mundo, sentir. Foi perfeito. Mas isso nos custou Fred que novamente nos diz adeus indo a essa aventura do seu conhecimento sobre quem é, o que gosta e o que quer aprendendo no mundo a fora. Há um episodio atrás ele escolheu largar tudo pelo que sentia por Stacy, deixou de ser anjo para ser humano e nesse episódio ele aprende a dura lição que há mais no mundo que ele precisa conhecer para daí ter certezas sobre os sentimentos por Stacy. Tivemos também um caso para Parker, que sabe mandar mas na pratica tem muito a superar e melhorar. É fácil ser chefe e mandar mas fazer o serviço daqueles que recebem as ordens, é outra realidade. E ótima participação de Nia Vardalos (Casamento Grego) na série. A apelação final de Jane é incrível, ela diz algo que ela sente e que sentimos “ ter uma mãe é uma necessidade inata, não há ligação mais forte do que a da mulher que nos ama incondicionalmente”. Pro final a cena que Fred se despede de Jane e age como seu anjo da guarda. Perfeito!

Episódio 12, cheguei ao penúltimo dessa primeira temporada, Dead Model Walking e confesso que não achei o caso de Jane muito motivante mas as tramas paralelas, especialmente a de Kim e Grayssom foram bem interessantes. E foi assim que Kim percebeu que Grayssom não está pronto para um namoro. Ao defender um caso com todo o coração, repetindo palavras de Deb que disse “somos onde vivemos”, ela percebe que Grayssom está tomado de memórias e lembranças de Deb em sua casa, por isso nunca levou Kim lá e agindo de forma super humana ela termina com ele. Sei lá, foi triste, mesmo a série querendo nos convencer que Grayssom deve ficar ao lado de Jane. E sobre o caso de Jane, ajudando uma modelo, foi bem previsível desde a primeira cena que a melhor amiga da modelo era a culpada, fora que esse universo de Deb não me agrada. E o caso do tribunal de Kim e Grayssom terminou bem nada previsível, a mulher que não queria se desfazer de sua casa, que Grayssom acreditava ser por lembranças de seu amor, na verdade não queria que descobrissem o cadáver do marido enterrado embaixo da casa. No final num gesto sobre humano ela diz algo que talvez seu coração nem entenda ainda, mas ela diz a quem ela ama que talvez não somos apenas onde vivemos, o que comemos ou o que fazemos e sim que somos quem somos e isso sempre muda”. Acho que dá pra entender o que ela quer dizer não é, algo como seguir em frente embora no fundo do coração dela quando ela fala em achar outra pessoa, no fundo espera que seja ela quem ele encontre.. pensem a respeito, também vou pensar…

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