DROP DEAD DIVA – THE CHINESE WALL (1×04) e LOST & FOUND (1×05)

The Chinese Wall, o 4º episódio de Drop Dead Diva e acho que o primeiro que não me pegou em cheio. Aliás foi um episódio bem divertido, mas Jane ou melhor Deb me cansou um pouco. Tem horas que o jeito meio avoado de ser e as vezes fútil de Deb me irrita e talvez eu quisesse ver um pouco mais de Jane. Mas isso é um problema meu e tenho que me acostumar. Jane morreu, não há mais nada de sua personalidade (a não ser sua inteligência) só sobrou seu corpo, sua alma se foi e agora é a alma de Deb que temos no corpo de Jane. Então terei que me acostumar a chatinha Deb de um jeito ou de outro. E talvez por não “gostar” tanto de Deb esse foi o primeiro episódio que não curti tanto como os 3 primeiros. E olhem que deveria ter me emocionado já que Deb, agora Jane, reencontra seus pais.

E eu entendo o desespero de Deb ao ver sua mãe e seu pai, e ser tão teimosa e irritante de certa forma, pois pense, você reencontra seus pais e não pode dizer que é a filha deles, que está viva, realmente foi algo desesperador para ela. Só que mesmo assim eu não me comovi e sim me irritei com a teimosia de Deb. Para me desagradar mais, a separação dos pais de Deb e a pseudo crise com Grayssom foram assuntos muito clichês e essas partes do episódio, nem de longe, ao menos para mim, foram as melhoras idéias do episódio.

De bom, gostei do caso do cachorro, principalmente no final quando o seu dono demonstra algum lado mais humano e o carinho pelo cão. Adorei a lambida na cara de Kim, aliás adorei a Terri pagando pra cima da Kim. Fred estava divertido nessa loucura correndo atrás de Stacy. Como sempre o episodio teve seus momentos engraçados e mais introspectivos, mas a história dos pais de Deb e a reação dela não me comoverem nem um pouco.

Mas então veio o divertido e excelente 5º episódio “Lost & Found”, que de início começou bem com a música Lucky de Colbie e Mraz e descobrimos que é aniversário de Deb, ou melhor Jane, fazendo 32 aninhos e Deb enlouquece ao descobrir que perdeu 8 anos, pois ela morreu com 24 anos.

Mas um caso com um homem chamado Michael Fernandez (Kevin Alejandro), preso durante 10 anos erroneamente e injustamente muda a visão de Jane sobre aproveitar a vida e o tempo que possui. Ela consegue vencer o caso e aprende com Michael sobre não olhar mais para trás e ficar apenas nos “se” da vida, mas assim aproveitar o tempo que tem e recomeçar. Foi um excelente caso, e além disso a forma como ela reverte tudo e consegue vencer foi ótimo. Ela foi teimosa , até brigou com seu chefe e se arriscou a perder o emprego para defender Michael mas foi um tipo de teimosia que gostei, era em prol dos outros e não dela.

Grayssom pegou um caso difícil com Kim, onde o tema era infidelidade, casamento e adultério onde eles tinham que defender um cliente que possuía um site para encontros, que foi acusado pela separação de um casal. E interessante tema. Sabemos que a internet está aí, nos dias de hoje, trair não é algo difícil, seja no real ou virtual e a internet realmente facilita você conseguir um encontro. Mas interessante o quando Grayssom ficou incomodado em defender tal cliente. E eu gostei disso, mostrou bem o dilema de um advogado em defender algo no qual não acredita ou vai contra seus valores morais. Mas sua defesa foi ótima, conseguiu expor o que sentimos por caras como era o seu cliente mas fazer a defesa mesmo assim.

No final temos a tal festa de aniversário e que voz a de Jane cantando no karaokê, e olha que mexeu com Gayssom já que ela cantou a música do casal. Bonita cena. Fora Fred adorando o karaokê e se divertindo e Stacy finalmente dando bola para ele. E Kim que achamos uma bitch mostrou nesse episódio que as palavras de Grayssom sobre fidelidade, amor e comprometimento mexeram com ela, pois ela cai fora quando o cliente que defenderam dá em cima dela.

E muito bacana o que Grayssom diz a Jane quando ela fala que monogamia é uma escolha e Grayssom diz que não é uma escolha se você realmente ama uma pessoa e que se tivesse casado com Deb nunca a enganaria, portanto não teria sido uma escolha porque nunca foi uma questão. Ai ai, bela frase e ah se as pessoas agissem e pensassem assim.

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