COLD CASE – BULLET (7X19)

Cold Case não sai imediatamente após o dia do exibição nos EUA, e a espera geralmente é de uma semana e dessa vez foi um pouco mais. Pior quando você aguarda pela continuação de um episódio, como foi caso dessa vez, onde tivemos a 1ª parte em The Last Drive-In e a conclusão na 2ª parte em Bullet. Aliás, “Bullet”, o 19º, foi mais um bom episódio, eles conseguiram inverter a trama e causar alguma surpresa porém o desfecho meio “happy end” parece ter me frustrado um pouco, porém, vendo por outra visão, nem Yates merecia um final ruim, por isso, o episódio foi satisfatório.

Bom, logo de início descobrimos que o serial killer não era Bill Shepard (o pai) e sim Paul Shepard (o filho – dono da locadora) e a partir daí o episódio torna-se mais interessante, ao descobrirmos que todos os assassinatos foram cometidos pelo filho, inclusive o primeiro lá em 1980 e todos os decorrentes. Motivos? Vingar o pai que se sentia fracassado, e quando o filho segue o mesmo caminho de fracasso ele passa a cometer novamente os crimes. Como já imaginando Yates era a garota no cinema com o rapaz assassinado, por isso o caso era tão pessoal para ela. E sendo assim os detetives passam a juntar as peças do porque dos primeiros assassinatos e dos mais recentes, para chegarem nas possíveis próximas vítimas. Excelente isso!

E foi um episódio tenso, ao menos para mim, que detesto procedurais a la CSI. Cold Case é o único que acompanho devido as músicas para ser mais sincero. Mas passei o episódio todo tenso, imaginando que uma bala poderia sair de qualquer lugar e encher a tela do monitor de sangue. A cena da estação do metrô meu deu calafrios, pois pense você num local público, levando sua vida normal, esperando seu metrô, trem ou ônibus e tem um cara com uma arma mirando em alguém. Terrível.

Yates não leva seu plano de vingança até o final, mesmo após o saber o motivo que seu namorado foi morto. O que considerei correto, pois ela já carregou esse martírio por 30 anos, e terminar presa por assassinado, perdendo a carreira, nem ela com toda sua arrogância merecia. Só novamente, achei as músicas longe do meu gosto e portanto não me agradou a trilha sonora. Alem disso a cena que o assassino é preso, e vê seu pai morto, achei desnecessária, seria mais justo encaixar visões de todas as vítimas e não dos culpados por isso.

Bom episódio, não sei porque não achei tão excelente como os anteriores, mas foi bom. E Lilly pelo visto arrumou um novo pretendente, o agente do FBI Ryan Cavanaugh (Johnny Messner) pra minha tristeza que esperava pela volta de Eddie.

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