COLD CASE – SOUL (7X04)


Bom episódio o 4º dessa 7ª temporada de Cold Case. Eu não sou um perito na série, logo raramente sei pegar algo no ar que revele o assassino, ou estou habituado a perceber que o assassino sempre é o primeiro ou o terceiro entrevistado, ou o último, etc. Geralmente deduzo quem é, pouco antes da revelação, então é quase sempre uma surpresa para mim. O problema é quando é um familiar, um amigo invejoso, um colega de trabalho, etc. Pois chega a dar raiva alguém cometer um crime por um sentimento tão egoísta e idiota. Se você for ver ao longo da série, raramente o criminoso é um criminoso, vivendo uma vida toda de crimes, as vezes são pessoas “comuns” e continuam (não sei como) seguindo sua vidas, como se tirar a vida de alguém não fosse algo tão enorme e cruel. Mas Cold Case consegue tratar isso muito bem, eu já disse aqui, é muito interessante ver o lance do tempo acontecer, ver como estão nos dias de hoje ou como o assassino está. Confesso que os episódios não me causam aquela emoção ou choque que sentia nos 3 primeiros anos da série, por vezes me emociono ou mais ou fico mais interessado na vida pessoal de Lilly e foi por isso que vi a este episódio, para ver o encontro de Lilly e seu irmão. E sim, foi um bom episódio.

O episódio tratou de revelar quem matou o jovem Billy Sanders, um talentoso e promissor cantor de soul, e todo o áudio desse capítulo, músicas negras, deixaram-no bem suave e gostoso de ver. Algo que me chamou a atenção foi ver o Wesley Jonathan, que talvez alguns lembrem dele na ótima série What I Like About You, ao lado de Jennir Garth e Amanda Bynes fazendo o divertido Gary, porem vê-lo num papel sério como este, foi bom para vermos todo seu potencial. No mais, Billy não era um viciado, um marginal ou se envolveu com más companhias ou viveu uma vida desregrada, mas sim um jovem com sonhos, vivendo sob o teto de um pai autoritário e hipócrita, carregando a culpa de não ser como o irmão e lutando para realizar seu sonho que era cantar, interrompido pela mente fraca de uma até então amiga.

Alem disso aconteceu o encontro entre Lilly e seu irmão, Finn Cooper e foi de fato, uma bela cena. Simples mas suficiente para um estranho começo de amizade entre ambos. Eu não lembro o que aconteceu com a mãe de Lilly, agradeço se alguém clarear minha mente, mas gostei de ver ela se entender com o seu pai. Ele que havia a abandonado quando ela era criança, algo que gera seqüelas e é difícil talvez de ser perdoado. Mas ao que tudo indica ela vem se entendo com o pai. Mesmo ele tendo formado uma nova família e ter tido 2 filhos. Mas a protagonista merece perder esse ar pesado e triste e tentar ser feliz, se sentir amada, numa família, assim como por alguém, e no momento isso ocorre com Saccardo.

Gostei do episódio, estou correndo para chegar no ultimo inédito e assistindo alguns que me parecem mais importantes nesta temporada 7. Como disso meu forte não é series policiais, e nem sempre irei deter todo o conhecimento necessário para comentar esses episódios de Cold Case, que geralmente tem uma grande trabalho de pesquisa de época. Mas quem quiser compartilhar suas idéias comigo, será um grande prazer. Até o próximo episódio de Cold Case, não necessariamente o posterior, pois devo ir assistir agora ao episódio Chinatown, o 8º.

Anúncios
Explore posts in the same categories: Cold Case

Tags: , , , , , ,

You can comment below, or link to this permanent URL from your own site.

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s


%d blogueiros gostam disto: