Glee – Preggers (1×04)

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O episódio 4 de Glee conseguiu tirar toda a frustração que senti no episódio anterior. Novamente mais destaque a Kurt, Tina apareceu um pouco e até cantou solo, e descobrimos segredos entre Quinn e o bad boy Puck.

Para mim esse episódio retomou ao que vimos nos episódios 1 e 2, Glee voltando a ser Glee. Como sempre irônica, debochada e divertida. Logo de largada, já temos Kurt dançando Single ladies, sua introdução no time de futebol foi muito engraçada, mas ele conseguiu se destacar lá, o que o ajudou a se sentir mais seguro a ponto de no final do episódio confessar ao pai que é gay. Foi uma cena tocante, simples mas bem conduzida, emocionou e ainda deu uma pitada de ironia, ao pai perguntar novamente e dizer “só para checar mesmo”.

Sue continua com seu ar de bitch, ganhou espaço na tv, e ainda narrou ao fim do episódio sensações e sentimentos dos personagens. Também vimos novamente o interesse de Emma por Will e vice-versa numa cena dos 2 assistindo ao jogo de futebol. E só Glee para colocar um time todo de futebol americano dançando single ladies.

E então descobrimos também que Quinn está grávida, parece que o clube do celibato não fez efeito a moça. E novamente Glee remete a engraçada cena de Finn sobre seu probleminha sexual, e mais engraçado ainda quando a série brinca com o Qi dos personagens ao Finn facilmente cair na desculpa de Quinn que realmente a engravidou. Eis que a série nos mostra o verdadeiro pai, o bad boy Puck, que pelo visto não aceitou bem a idéia da farsa que Quinn armou, talvez o garoto não seja tão mal assim.

Agora a idéia da gravidez de Queen e da falsa gravidez da esposa de Will pode até ter servido para uma nova trama, como nos foi mostrado, já que a esposa de Will quer usar isso a seu favor. Porém espero que Glee arrume outras tramas mais fortes e interessantes para levar ao longo da temporada, porque essa adotada não é de grande interesse do público, além de clichê mesmo sendo abordada de uma forma evitando os clichês, é um tanto quanto fraca.

Rachel voltou com sua arrogância, já que nunca aceita não ser a estrela principal do coral, porém do outro lado, temos uma atitude nobre e doce de Tina, que até pensa em não aceitar o solo, já dando uma visão de que são uma equipe e o que deve prevalecer é o bom relacionamento do grupo. Isso nos valeu Tina cantando um solo, bem suave e doce, Rachel incorporando Celine Dion com Taking chances e uma ótima performance, e a por enquanto saída de Rachel de Glee.

Vale ressaltar que apesar das atitudes, Glee me impressiona ao fugir de certos padrões televisivos, mesmo Quinn, a esposa de Will e Rachel, nenhuma delas chega a ser má, uma vilã ou uma mocinha, são na verdade pessoas comuns, que erram, acertam, tem seus defeitos, qualidades, mas acima de tudo são fáceis de identificação e aceitação. Lógico que a maioria não deve gostar da esposa de Will, e nem se identificar com o que ela faz, mas o que tento dizer é que no final, são apenas pessoas lutando pelo que precisam, acreditam, para não perder o que possuem e acabam tomando atitudes desesperadas.

A meu ver foi um bom episódio, muito mais parecido com os 2 primeiros e dando continuidade ao que foi iniciado. Foi tocante quando precisou ser, foi divertido e manteve a idéia de Glee no ar.

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